aula cásper leituras

Indicações para leitura

De @bethsaad, duas indicações que valem a pena: 1) O blog Conversation Agent e 2) Um texto do Dan Gillmor, aquele do "We, the media", publicado no The Guardian, com 22 sugestões para mudar já a forma de produção das notícias:
The new rules of news: Journalists need to stop being so lazy and unimaginative. Here are 22 ideas for changing the way news is produced.

Leituras e referências semanais - 08

Já 26.3

Jornais e pensando o impensável - Clay Shirky

" Quando a realidade é marcada como impensável, ela cria um tipo de doença em uma indústria. A liderança passa a depender de crença, enquanto os empregados que têm a coragem de sugerir que aquilo que parece estar acontecendo está de fato acontecendo, são remanejados ao Departamento de Inovação, onde podem ser ignoradas em massa. Esta manobra para silenciar os realistas em favor dos fabulistas tem efeitos diferentes em diferentes indústrias em diferentes momentos. Um dos efeitos para os jornais é que muitos dos seus mais fervorosos defensores são incapazes, mesmo agora, de fazer planos para um mundo em que a indústria que eles conheciam está visivelmente indo embora".

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O projeto capitaneado por Mario Tascon - lainformacion.com vai ser lançado em breve. No site, um vídeo de como serão as "clases de periodismo" no futuro. Vale a pena ficar ligado.

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Recomendo o episósio "Over Logging", do saudoso South Park (sou do tempo que a animação mais politicamente incorreta dos últimos tempos passava legendado na MTV). Muito bom, a FSP publicou o link na FSP Informática e fui conferir. E dá o que pensar: sem internet, como os noticiários seriam feitos? Sem internet, ninguém mais sabe o que fazer...

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Brevemente, o que achei essencial deste começo de semana:

"Crônica de uma catástrofe ambiental", ótima referência de reportagem multimídia reaizada por André Deak e Paulo Fehlauer, prova de que jornalismo inovador (tema, apuração e publicação) também existe nestas bandas de cá.

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Many people, one voice: MixedInk, outro site para formar comunidades virtuais.

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Sobre inovações no Jornalismo, importante ler o post no De Repente, "Newssift, o buscador semântico do Financial Times". "Sift" quer dizer, entre outros significados "peneirar": ação fundamental na era do banco de dados, como estamos vendo em aula.

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E um bom exemplo de como usar a ferramenta do blog para criar conteúdos fechados, como uma reportagem ou um obra de ficção:
Não saber a morte, obra de Diana de Hollanda, que "recebeu a segunda colocação no Prêmio Fórum de Ciência e Cultura – fruto de parceria entre a UFRJ, a FAPERJ, o CEPEL e a FUJB –, cujo tema era O Palácio Universitário da Praia Vermelha."

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Gerenciamento de imagem online é um fato atualmente. O G1 entrevistou algumas pessoas sobre isso no Guia dá dicas para você não pagar micos e ainda se dar bem no Orkut. Bom ponto de partida para pensarmos na tal "reputação online" - e como isso seria cobrado no curso Novas Tecnologias da Comunicação. Em fermentação.

Leituras e referências semanais

Outro especial, baseado em fotos, simples e informativo, uma referência para trabalhos experimentais em multimídia. Scenes from the recession, da MSNBC.

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Muito interessante a multimídia http://www.ourfirstloves.com/ Our First Loves, produzido pelos alunos do curso de design interativo da Medill School of Journalism, uma referência em Jornalismo Multimídia. Vale a pena conferir e começar a pensar em projetos deste tipo para colocarmos em prática na Cásper Líbero.

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Outro site para explorar: 27 Visualizations and Infographics to Understand the Financial Crisis.

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Foi publicado o anual The State of the News Media 2009, sobre o "estado da mídia" norte-americana, uma importante referência para entender o que vem por aí no próximo ano em termos de modelos de negócio, conteúdo e qualidade no Jornalismo.

Tiago Dória, rapidíssimo, sintentiza aqui os pontos importantes deste ano.

Do blog da Ana Carmem: O Estado da Mídia 2009: pior, muito pior.

Ana Brambilla, no Libellus: The State of News Media 2009: tá difícil de reconhecer o poder do jornalismo cidadão.

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"A imprensa entrou em crise no preciso momento em que os seus gestores optaram pela estratégia (no entretanto falida) de comprar audiências em vez de agradar aos leitores". Na matéria A ALTERNATIVA AO SUICÍDIO. Nesta linha, no blog do Madu: Por que o jornalismo colaborativo não vai acabar com o jornalista.

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Por último, nesta segunda-feira de sol (um filme de 2001 chamada "Segunda ao sol", sobre trabalhadores de um porto desempregados na Espanha antecipa muito bem o que vivemos hoje), amanhã tem o lançamento virtual - no Twitter - do novo livro sobre web organizado pelo Juliano Spyer, "Para entender a internet". Como o título diz, é para iniciantes, mas tem capítulos bastante que parecem bem interessantes sobre assuntos que interessam a jornalistas como Podcasts, por exemplo. Só critico a escolha do Edney Souza (o Interney) para falar sobre blogs, num momento no qual "fazer audiência" na internet com uma ferramenta é sinônimo de "dominá-la". Mas sob qual ponto de vista e com sacrifício de quais elementos? Para refletir.

Caderno Link & outros

11/03

Para acompanhar a mortandade dos jornais no hemisfério norte:
Newspaper Death Watch (via Twitter Dani Bertocchi).

Hoje tive uma sensação de over information ao abrir o Twitter, sobre o qual já comentei em sala de aula, principalmente sobre o uso da campanha presidencial do Obama. Bom, quando abri o bicho, me deparei com várias, mas várias indicações de conteúdo na rede que pareciam interessantes. Abri mais de quatro janelas para checar depois com calma e imprimir o que valia mesmo a pena ler. Coincidência, hoje o Link, caderno semanal do Estadão sobre vida digital, publicou um especial sobre esta ferramenta - já chamada de novo "formato" jornalístico, o que acho bastante precipitado. Recomendo a leitura:
Por que todos estão falando sobre o Twitter?

Mais indicações:

Polêmica! Boa entrevista com várias nomes da web: O futuro (do jornalismo) é uma câmara de gás. E tem mais polêmica. Isso me lembrou um twitter da Professora e orientadora Beth Saad de hoje RT@vincrosbie (tradução minha). "O argumento atual não é como subsidiar o Jornalismo mas sim como subsidiar produtos impressos falidos que estão perdendo leitores".

Pesquisa: Web 2.0 é feita por jovens de 33 anos da classe média

BBC launches Virtual College of Journalism

Jornalismo de quarta geração
Aproveitando recursos multimídia e acervo do seu banco de dados, o centenário "Os Sertões", no Estadão, renderá vários especiais multimídia. Vejam o primeiro, sobre expedição que refaz o trajeto de Cunha:
O Ano de Euclides: Amazônia revisitada

Narrativa transmídia e a cultura da convergência

Para entender o "estado da arte" atual dos novos fenômenos midiáticos como a série "Lost" e "Heroes", recomendo Henry Jenkins, cujo livro "Cultura da Convergência" foi rapidamente e inacreditavelmente traduzido em português. Entrevista recente no Estadão:

‘O formato transmídia é irreversível’

Indicação de leituras complementares - aulas 17 e 27/02

Periodismo ibérico é documental - Para professor, internet possibilita informação, mas não garante conhecimento

Espanha discute Webjornalismo - Formação multimídia dos estudantes de Jornalismo fará a diferença

Pesquisa com jornalistas e mídias sociais

Indicação de leituras em blogs

Organização e centralização de conteúdo para aulas aqui no site!
Semanalmente: recomendação de leituras que fiz em blogs interessantes durante a semana.

Sobre blog e conversação, mas não só isso, da Ana Carmem:
Solidão binária (18/02).

O mito do texto curto, por André de Abreu, no Intermezzo (20/02).
Web 2.0: mapa visual. Via GJol.
Making money from journalism: new media business models (A model for the 21st century newsroom pt5). Leitura, ou ao menos "overview" para entender a crise de negócios que assola o Jornalismo. Via um twitter da Beth Saad.
A internet tornou o jornalismo obsoleto, post do Juliano Spyer. Eita!

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